Tudo é gratuito, e continuará a sê-lo
Cada artigo de Aube lê-se por inteiro, sem conta para criar e sem paywall — é assim hoje e não vai mudar. Fica uma pergunta honesta: quem paga? Esta página responde: de onde virá o dinheiro, para onde irá, e o que nos proibimos para o ganhar.
A nossa razão de ser
Lançámos Aube porque gostamos de tecnologia. Porque acreditamos no que ela traz, concretamente, a cada pessoa: tratar-se melhor, deslocar-se de outra forma, dar luz a uma casa que não a tinha. E porque nos permitimos sonhar com um futuro melhor — e reconhecê-lo em cada pequeno avanço do dia a dia.
A atualidade sabe contar muito bem o que arde. Falta a outra metade do real — o que arranca, o que funciona, o que se implanta sem fazer barulho — e é essa que contamos. Com os números, as datas e as fontes que a acompanham: acreditar no que a tecnologia pode fazer não é acreditar em tudo o que se diz dela.
- Os números são os das fontes. Nós escolhemos os temas; as ordens de grandeza, as datas e os nomes vêm dos documentos citados no fim da página.
- A pergunta «e então?». Cada artigo responde-lhe: o que muda, para quem, e a partir de quando?
- O necessário para julgar por si próprio. Um selo de maturidade, do laboratório à implementação, e o número de fontes independentes que contam a mesma coisa.
- As correções veem-se. Quando nos enganamos, a correção é pública e datada.
As nossas fontes
Todas as fontes de um artigo são listadas no fim da página, com a sua língua, a sua data e uma ligação direta ao original. Lemos muito para além da Europa e da América do Norte — as baterias, o solar e os veículos elétricos jogam-se em grande parte na China, no Japão e na Coreia — e sempre que possível remontamos ao documento de partida: o comunicado, o artigo científico, o dado público.
As traduções de um artigo para outra língua são automáticas: levam uma menção, e o texto original fica a um clique.
Como o jornal se vai sustentar
Um jornal custa dinheiro, e preferimos dizer de antemão por onde ele entrará. Uma coisa é certa: nunca pela leitura. Tudo o que publicamos continuará legível por inteiro, para toda a gente, gratuitamente.
É a primeira peça, e chega em breve: quem quiser ajudar o projeto poderá dar, uma vez ou regularmente, o valor que escolher. Quem preferir apenas ler será exatamente igual de bem-vindo.
Nunca para ler. Se um dia desenvolvermos funcionalidades adicionais, que exigem trabalho e meios, poderão ser propostas por subscrição — a quem quiser também apoiar o jornal de outra forma. Os artigos continuarão abertos a todos.
No futuro, um artigo poderá ser patrocinado. Di-lo-á, no topo da página. E manter-se-á dentro da nossa linha: nenhum tema que não tivéssemos tratado por nossa iniciativa, nenhuma mentira, nada que não interesse verdadeiramente aos nossos leitores — apenas uma informação a que damos mais destaque.
Para onde irá o dinheiro
O tempo de leitura, de verificação e de escrita — o verdadeiro custo de um jornal.
O necessário para que cada artigo se leia na língua de quem o abre.
O servidor, a recolha das fontes, o arquivo: tudo o que tem de funcionar para que a página abra.
O que não faremos
- Nunca um paywall: um artigo começado é um artigo terminado, e nenhum ficará reservado a quem paga.
- Nenhuma contagem decrescente, nenhum «só mais 2 artigos este mês».
- Nenhum artigo patrocinado que esconda o que é, e nenhum que conte algo diferente do que temos por verdadeiro.
- Parar um donativo ou uma subscrição será um clique, sem formulário para o reter.
O apoio abre em breve
Ainda não há nada online: preferimos abrir os donativos no dia em que o jornal cumprir a sua promessa todos os dias. Entretanto, a melhor forma de ajudar é ler, comentar e fazer circular um artigo que lhe ensinou algo.