Antenas de gafanhotos com espuma detetam mais químicos em laboratório
A espuma de colagénio permite aos gafanhotos detetar uma gama de substâncias químicas mais ampla do que os insetos ou os sensores sintéticos isoladamente.
Física, química, materiais, biologia: as descobertas que preparam as tecnologias de amanhã.
Descobertas que ainda não têm uso mas que mudam o que sabemos fazer: um estado da matéria observado pela primeira vez, um material com propriedades inéditas, uma medição de uma precisão nunca alcançada, uma experiência de física quântica que finalmente cumpre o que promete. A secção acolhe a investigação fundamental — física, química, ciência dos materiais, biologia fora da medicina — quando nenhuma secção de aplicação a arruma ainda.
O ângulo continua a ser o do jornal: um resultado publicado, quantificado e situado. Dizemos a fase — laboratório, primeira observação, replicação — e o que ainda separa a descoberta de uma aplicação, sem prometer o que o estudo não promete. Cada artigo cita a publicação ou a equipa que o fundamenta.
A espuma de colagénio permite aos gafanhotos detetar uma gama de substâncias químicas mais ampla do que os insetos ou os sensores sintéticos isoladamente.
Num laboratório de Las Vegas, a água sob pressão extrema adota uma forma atómica menos simétrica, o inverso do que a compressão costuma provocar.
O padrão de ordem 12 de um quasicristal mole passa agora de forma uniforme por regiões à escala milimétrica.