Sondas magnéticas leem a química dentro dos poros dos COF
Químicos da Universidade de Halle-Wittenberg usam sondas magnéticas solúveis em água para observar o que acontece no interior de poros à escala nanométrica.
Física, química, materiais, biologia: as descobertas que preparam as tecnologias de amanhã.
Descobertas que ainda não têm uso mas que mudam o que sabemos fazer: um estado da matéria observado pela primeira vez, um material com propriedades inéditas, uma medição de uma precisão nunca alcançada, uma experiência de física quântica que finalmente cumpre o que promete. A secção acolhe a investigação fundamental — física, química, ciência dos materiais, biologia fora da medicina — quando nenhuma secção de aplicação a arruma ainda.
O ângulo continua a ser o do jornal: um resultado publicado, quantificado e situado. Dizemos a fase — laboratório, primeira observação, replicação — e o que ainda separa a descoberta de uma aplicação, sem prometer o que o estudo não promete. Cada artigo cita a publicação ou a equipa que o fundamenta.
Químicos da Universidade de Halle-Wittenberg usam sondas magnéticas solúveis em água para observar o que acontece no interior de poros à escala nanométrica.
Investigadores da RMIT e da Universidade Técnica de Riga concluíram que um campo elétrico define quanta carga estática fica nas superfícies após o contacto.
Investigadores da Universidade de Nottingham Trent criaram quatro líquidos à temperatura ambiente, cada um contendo um lantanídeo diferente.
Investigadores da Universidade de Quioto criaram um aço ferro-níquel-carbono com um alongamento uniforme de quase 140 %, quando a maioria dos metais de alta resistência fica abaixo dos 60 % a 70 %.
A luz e o som acoplaram-se fortemente numa fibra ótica pela primeira vez, numa única passagem, sem ressonador.
Investigadores da Universidade de Cornell usaram uma tensão para fazer deslizar as camadas de uma pilha de quatro camadas de grafeno, levando-as a diferentes disposições atómicas.
Uma equipa da Universidade de Washington construiu um chip de diamante que liga a luz a qubits de forma mais fiável do que os modelos anteriores.
Químicos da Universidade de Osaka unem duas moléculas planas numa estrutura 3D rígida com um único átomo de carbono.
Químicos da Universidade de Pittsburgh encontraram uma forma de tornar as simulações coupled cluster fiáveis para moléculas metálicas, incluindo o crómio.
Um sistema robotizado de laboratório da Universidade de Tohoku aquece, analisa por raios X e ensaia ao impacto amostras de aço, sem intervenção humana entre as etapas.