Em laboratório, tensão faz deslizar grafeno e muda o magnetismo
Investigadores da Universidade de Cornell usaram uma tensão para fazer deslizar as camadas de uma pilha de quatro camadas de grafeno, levando-as a diferentes disposições atómicas.
Física, química, materiais, biologia: as descobertas que preparam as tecnologias de amanhã.
Descobertas que ainda não têm uso mas que mudam o que sabemos fazer: um estado da matéria observado pela primeira vez, um material com propriedades inéditas, uma medição de uma precisão nunca alcançada, uma experiência de física quântica que finalmente cumpre o que promete. A secção acolhe a investigação fundamental — física, química, ciência dos materiais, biologia fora da medicina — quando nenhuma secção de aplicação a arruma ainda.
O ângulo continua a ser o do jornal: um resultado publicado, quantificado e situado. Dizemos a fase — laboratório, primeira observação, replicação — e o que ainda separa a descoberta de uma aplicação, sem prometer o que o estudo não promete. Cada artigo cita a publicação ou a equipa que o fundamenta.
Investigadores da Universidade de Cornell usaram uma tensão para fazer deslizar as camadas de uma pilha de quatro camadas de grafeno, levando-as a diferentes disposições atómicas.
Investigadores de Illinois orientaram a magnetização do CGT, um semicondutor magnético, com impulsos laser em escalas de bilionésimos de segundo.