Quinta-feira, 3 de setembro de 2026

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Exercício aeróbio agudo altera atividade cerebral

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Na instalação de neuroimagem da AIST, adultos jovens e idosos saudáveis realizaram tarefas cognitivas antes e depois de exercício aeróbio agudo, enquanto a ressonância magnética funcional (fMRI) — exames cerebrais utilizados para medir a atividade — registava alterações regionais. Em colaboração com o Centro Médico Southwestern da Universidade do Texas, a equipa da AIST relata que o exercício alterou padrões regionais de atividade cerebral durante essas tarefas. O estudo foi publicado no Journal of Magnetic Resonance Imaging.

O avanço é tanto metodológico como biológico. A repetição de uma tarefa pode, por si só, alterar a resposta do cérebro, à medida que os participantes se familiarizam com ela. Os investigadores conceberam medições repetidas para separar esse efeito da repetição do efeito do exercício aeróbio — uma ambiguidade que estudos anteriores não tinham conseguido esclarecer suficientemente.

O estudo identificou alterações na atividade cerebral regional depois do exercício aeróbio e sugeriu que o exercício aeróbio pode alterar os processos neurais durante as tarefas cognitivas.

Nos idosos, os investigadores observaram uma correlação positiva entre o declínio da atividade cerebral causado pela repetição da tarefa e o desempenho na tarefa. Em termos simples, uma maior diminuição da atividade com a repetição esteve associada a um melhor desempenho. Os investigadores sugerem que as alterações na atividade cerebral associadas à habituação à tarefa poderão estar ligadas a um processamento mais eficiente; a correlação não demonstra causalidade.

O que muda, então, para as pessoas fora do aparelho? O valor imediato é disponibilizar uma forma de tornar visível um efeito do exercício que, de outro modo, seria subtil, o que poderá incentivar as pessoas a continuar a fazer exercício. Para os investigadores, o método oferece uma forma mais rigorosa de testar intervenções destinadas a manter a função cognitiva nos idosos. O estudo diz respeito a alterações agudas medidas durante tarefas cognitivas, não a uma prevenção a longo prazo demonstrada do declínio cognitivo ou da demência.

Fontes — ler os originais(hora de Paris)

Medical XpressEN
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